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INTERCOLOR – PROPOSTA PORTUGUESA PRIMAVERA/VERÃO 2020

16/07/2018

As propostas de cor para a estação Primavera/Verão 2020 foram apresentadas e discutidas no Encontro Intercolor realizado em Marselha, entre os dias 23 e 25 de maio de 2018.

 

A ANIVEC/ APIV é o representante oficial de Portugal e o Modatex a entidade executora, que desenvolve e apresenta a proposta portuguesa nestes encontros.

 

A projeção da Intercolor resulta da concertação das propostas de todos os países membros e baseia-se numa análise dos contextos macro de cada país, dos valores, estilos de vida e ambientes transversais às diferentes realidades e mercados. As reuniões da Intercolor decorrem duas vezes por ano, sendo organizadas de forma rotativa entre os países membros e constituem um fórum de discussão sobre a cor.

 

A Intercolor é uma organização internacional sem fins lucrativos criada em 1963 e que conta atualmente com a participação de 16 países: Alemanha, China, Coreia do Sul, Dinamarca, Espanha, EUA, Finlândia, França, Hungria, Itália, Japão, Portugal, Reino Unido, Suíça, Tailândia e Turquia.

 

O anfitrião desta edição foi o Comite Français de la Couleur (CFC) em parceria com a Maison Mode Mediterranée (MMM).

 

Conceito apresentado por Portugal para a estação

Primavera/Verão 2020

(IN) TRANS (IT)

 

Muito embora o futuro se nos apresente em fragmentos fugazes e efémeros, vislumbra-se já o quotidiano em permanente transgressão.

 

Ansiamos pela liberdade das normas sociais e buscamos hábitos flexíveis, quer seja na forma, ou em conceitos híbridos que desafiam género, época e classe. Paralelamente expandem-se os modelos impostos, as obsessões, os cultos, as conveniências pessoais e egos inflamados.

 

Contribuímos para uma sociedade quase a transbordar de informação, na qual se oscila entre o rastreamento obsessivo dos dados pessoais e a restrição dos mesmos.

 

Apercebemo-nos que as culturas próprias de cada povo e os traços da identidade pessoal são cada vez menos distintos e a estão cada vez mais interconectados.

 

Neste cenário que parece alimentado por danos incompreensíveis e onde se apela à transparência, assiste-se a acontecimentos que inevitavelmente nos conduzirão aos limites do atual modelo de consumo.

 

A segunda década do séc. XXI marcará certamente um ponto de inflexão no perfil étnico/religioso/racial das maiorias. Habitamos um território social, mas também local e somos os atores da 4ª revolução industrial.

 

É premente entrar em contato com as coisas que nos tocam, quer emocionalmente quer fisicamente, incluindo a sexualidade, o humor, os micróbios…

 

Enquanto procuramos soluções e formas de estar mais conscienciosas, os conceitos acessíveis e descomplicados vão ganhando terreno.

 

Até lá, teremos um percurso que se faz pela e para a diferença e caberá à consciência individual agir ou não.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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