EUA: PROTETORES DE BERÇO ACOLCHOADOS


A CPSC (Comissão de Segurança dos Produtos de Consumo) emitiu um alerta a todos os pais e cuidadores para não usarem protetores acolchoados.


Tendo em conta os incidentes relatados de janeiro de 1990 a março de 2016, acreditam que existe um claro risco de lesão ou morte em ambientes de sono de crianças associado a estes produtos.


Os protetores de berço são geralmente feitos em tecido e fibra de enchimento ou painéis de espuma, destinados a ser usados em todo o perímetro interior do berço de um bebé para proteger a cabeça de uma criança de bater nas ripas do berço e também para servir de barreira impedindo os membros da criança de ficarem presos entre as ripas.


A cidade de Chicago e o estado de Maryland proibiram a venda de protetores de berço acolchoados desde 2011 e 2013, respetivamente. A nível Federal, a discussão teve início com o pedido submetido pela Associação de Fabricantes de Produtos para a Infância (JPMA) em Maio de 2012. A 19 de outubro de 2016, a CPSC votou para iniciar em 2017 o plano de regulamentação sobre a Lei de Melhoria da Segurança dos Produtos de Consumo (CPSIA). Como a CPSC não conseguiu banir os protetores de berço, muitos grupos de consumidores preferiram apelar para que os retalhistas deixassem de vender esses produtos perigosos e desnecessários.


Tendo em vista a segurança dos produtos, foi introduzida a norma voluntária ASTM F1917-125 para camas infantis e acessórios relacionados.


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