PRESIDENTE ANIVEC PARTICIPA NA CONFERÊNCIA "FÁBRICA 2030"


Presidente da ANIVEC, César Araújo, participou enquanto orador, na Conferência "Fábrica 2030", juntamente com Ana Lehmann, professora da Faculdade de Economia da Universidade do Porto, Fernando Alexandre, professor Universidade do Minho e Paulo Natal, responsável pela área comercial da zona norte do Santander Portugal.


Tanto os empresários como economistas concordam que a “diversidade e qualidade” da indústria portuguesa é “assinalável”, por isso defendem que Portugal não se pode” demitir da sua vocação industrial”. Ainda assim, alertam que face à crise provocada pela pandemia traz vários desafios.


O Presidente da ANIVEC chama a atenção para a concorrência da China, que pode ameaçar este setor. “O que me interessa ter fábricas se depois o mercado europeu importa produtos da Ásia?”, questiona, dando como exemplo a indústria têxtil, sublinhado que “85% dos produtos consumidos na Europa têm proveniência asiática”. “ A Europa é o nosso mercado doméstico e a Europa tem de promover produtos domésticos”, sinaliza.


Outra das criticas apresentadas pelo presidente da ANIVEC diz respeito à falta de estímulos que permitam que as empresas portuguesas “possam concorrer” com as empresas estrangeiras. “Uma empresa que tenha 300 e 400 trabalhadores porque o país não estimula vai reduzir o seu quadro de pessoal e vai competir a nível local”, alerta. “Só pensamos de micro”, critica. Assim, César Araújo insta os decisores políticos a “pensar macro”, de modo a que Portugal “possa ser excelência a nível europeu e a nível mundial”.


Para ver a Conferência na integra, clique aqui.



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