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INE - ÍNDICE DE CUSTO DO TRABALHO


No 4.º trimestre de 2022, o Índice de Custo do Trabalho (ICT) registou um acréscimo homólogo de 1,4%. No trimestre anterior, tinha aumentado 4,3%.


Os custos salariais (por hora efetivamente trabalhada) aumentaram 1,4% e os outros custos (também por hora efetivamente trabalhada) aumentaram 1,3%, em relação ao mesmo período do ano anterior.


A evolução homóloga do ICT resultou do acréscimo de 4,7% no custo médio por trabalhador e do acréscimo de 3,4% no número de horas efetivamente trabalhadas por trabalhador. O acréscimo da primeira componente foi transversal a todas as atividades económicas, em que as maiores variações foram registadas nas atividades que se enquadram nas secções B a N (5,0% na Indústria, 4,7% na Construção e 5,9% nos Serviços). A Administração Pública observou um acréscimo menor, de 3,3%. As horas efetivamente trabalhadas por trabalhador também registaram um aumento em todas as atividades económicas, em que o menor acréscimo foi registado na Construção (1,9%) e o maior foi observado na Administração Pública (5,6%). O ICT aumentou em todas as atividades económicas, tendo diminuído apenas na Administração Pública (2,0%).


Em 2022, o ICT aumentou 3,2%, a que corresponderam acréscimos de 3,0% nos custos salariais e 4,0% nos outros custos. Para o aumento dos custos não salariais, contribuiu o acréscimo das contribuições patronais decorrente da diminuição progressiva de empresas abrangidas pelo regime de layoff simplificado no setor privado da economia. O custo médio por trabalhador aumentou 4,3% e o número de horas efetivamente trabalhadas por trabalhador aumentou 1,3%.



(Gráfico: INE)


Fonte: INE

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