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César Araújo faz balanço sobre a atual situação do setor, no Porto Canal.


Questionado sobre o impacto económico no desemprego em entrevista ao Porto Canal, o presidente da ANIVEC, faz um balanço sobre a atual situação do setor do têxtil e do vestuário.


O abrandamento económico tem óbvias repercussões no dia-a-dia das empresas, principalmente em setores de capital humano intensivo como é o caso do vestuário, com um exigente compromisso com o Estado e com a simultânea desaceleração do volume de exportações. No entanto, este abrandamento deve ser encarado como uma oportunidade para transformar o tecido empresarial e preparar os recursos humanos para os grandes desafios que a digitalização vai impor aos setores tradicionais.


Uma proposta que englobe a implementação de programas de formação em contexto de trabalho vai permitir às empresas manter a sua atividade e cumprir as suas obrigações, conservando os postos de trabalho e, simultaneamente, poderão preparar-se para o novo arranque económico, aliviando este momento de asfixia, acrescenta o presidente.


2024 será um ano determinante não só pela possível evolução da atual conjuntura socioeconómica global.


Com as eleições para o Parlamento Europeu agendadas, este será um ano impactante para o desenvolvimento de Portugal. Os eurodeputados, particularmente aqueles que assumam a responsabilidade de representar o nosso país, não podem ter um papel passivo. O nosso desenvolvimento dependerá da proatividade que o país possa vir a assumir em sede europeia e é fundamental que os nossos representantes conheçam os contornos dos setores com maior representatividade na economia nacional, de forma a promover soluções que apoiem o seu desenvolvimento.


Acrescenta ainda que, as indústrias do têxtil e do vestuário são setores vitais de interesse nacional e, nas últimas décadas, o seu crescimento tem sido condicionado pela posição europeia face à globalização que não promove a reciprocidade entre mercados e por uma caracterização das PME’s desadequada que estimula apenas a manutenção das pequenas empresas, sem possibilidade de crescerem e de competirem numa escala global ou mesmo numa escala “doméstica”, ou seja europeia, já que se privilegiam importações provenientes de países terceiros, importando mais de 85% do vestuário por cá consumido.


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