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UE E MERCOSUL CHEGAM A ACORDO SOBRE COMÉRCIO

17/07/2019

 

A União Europeia e o Mercosul chegaram a um acordo político para um acordo comercial ambicioso, equilibrado e abrangente. O novo quadro comercial - parte de um acordo de associação mais vasto entre as duas regiões - consolidará uma parceria política e económica estratégica e criará oportunidades significativas para o crescimento sustentável de ambas as partes, respeitando o ambiente e preservando os interesses dos consumidores e setores económicos sensíveis.

 

A UE é o primeiro grande parceiro a fechar um pacto comercial com o Mercosul, um bloco formado por Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai. O acordo representa um compromisso claro de ambas as regiões com o comércio internacional baseado em regras e dará às empresas europeias um importante avanço num mercado com um enorme potencial económico.

 

Através deste pacto comercial, os países do Mercosul decidiram abrir os seus mercados para a UE. Esta é, obviamente, uma ótima notícia para empresas, trabalhadores e a economia dos dois lados do Atlântico, economizando mais de € 4 bilhões em direitos por ano - quatro vezes mais do que o acordo EU com o Japão. Isto faz com que seja o maior acordo comercial que a UE já concluiu.

 

Nos últimos anos, a UE consolidou a sua posição como líder global no comércio aberto e sustentável. Desde 2014, entraram em vigor acordos com 15 países, nomeadamente com o Canadá e o Japão. Este acordo acrescenta mais quatro países à nossa impressionante lista de aliados comerciais.

 

O acordo UE-Mercosul eliminará a maioria das tarifas sobre as exportações da UE para o Mercosul, tornando as empresas da UE mais competitivas ao poupar-lhes 4 mil milhões de euros em direitos por ano.

 

No que diz respeito aos sectores industriais da UE, isto ajudará a impulsionar as exportações de produtos da UE que até agora têm vindo a enfrentar tarifas elevadas e por vezes proibitivas. Entre eles estão os automóveis (tarifa de 35%), peças auto (14-18%), maquinaria (14-20%), produtos químicos (até 18%), produtos farmacêuticos (até 14%), vestuário e calçado (35%), ou tecidos de malha (26%).

 

Ambas as partes farão agora uma revisão legal do texto acordado para apresentar a versão final do Acordo de Associação e todos os seus aspetos comerciais. A Comissão irá então traduzi-lo para todas as línguas oficiais da UE e submeter o Acordo de Associação aos Estados-Membros da UE e ao Parlamento Europeu para aprovação.

 

Mais informação aqui.

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