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ANIVEC / APIV - Associação Nacional das Indústrias de Vestuário e Confecção

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ITECH STYLE SUMMIT - CONFERÊNCIA INTERNACIONAL DO TÊXTIL E VESTUÁRIO

16/02/2017

A 1ª edição da Conferência Internacional de Têxteis e Vestuário reuniu no passado dia 13 de fevereiro, no Terminal de Cruzeiros do Porto de Leixões, representantes da indústria têxtil e vestuário, fornecedores, investigadores entre outros personalidades importantes ligadas a este sector.

 

Organizado pelo CITEVE – Centro Tecnológico da Indústrias Têxtil e de Vestuário em parceira com ASM – Associação Selectiva Moda, a Conferência teve lugar durante a Porto Fashion Week, fazendo parte do programa oficial.

 

A ANIVEC faz-se representar pelo Presidente da Direcção, César Araújo que se juntou-se à ANIT-Lar, ATP e ANIL na sessão de abertura, onde discutiram algumas questões relevantes para este sector, nomeadamente Brexit, Administração Trump entre outros.

Como citado no Portugal Têxtil, César Araújo sublinhou o crescimento de 44% das exportações e vestuário desde 2009 (ver Vestuário cresce 44% desde 2009, para um valor superior a 3 mil milhões de euros, e focou a necessidade de “desenvolver e consolidar o nosso cluster industrial como um dos mais importantes e completos de toda a Europa”, afirmou. “A produção nacional de vestuário e confeção é das mais qualificadas e reconhecidas a nível mundial, sobretudo no meio profissional”, apontou, sublinhando que “a cadeia de abastecimento do sector de vestuário em Portugal é provavelmente a melhor do mundo considerando a competência, a abrangência e a flexibilidade”.

 

Referiu ainda César Araújo, “Portugal já é sem qualquer dúvida o fator de diferenciação e de valorização dos negócios internacionais no mundo da moda”. No entanto, “não podemos ser passivos e adormecer à sombra dos resultados obtidos nos últimos anos. Temos de ir mais longe para estarmos mais regularmente na rota dos grandes compradores mundiais”, explicou, sem negligenciar o facto de que “a incerteza voltou” com a situação no Reino Unido e nos EUA. “As consequências ainda são completamente desconhecidas”, frisou o presidente da ANIVEC, mas “seguramente que este sector do vestuário vai superar os próximos desafios que daí advêm. Portugal pode contar com as empresas e com os empresários deste sector, que nos últimos anos tem dado inúmeras provas de competência, de seriedade, competitividade e de enorme compromisso com o país”, declarou.

 

Ainda segundo artigo do Portugal Têxtil, os recursos humanos, são outra das preocupações que ocupa o espírito dos empresários. “É preciso formar quadros técnicos”, alertou o presidente da ANIVEC. O painel, contudo, terminou de forma positiva, com César Araújo a lembrar que o conceito de Indústria 4.0 é já aplicado ao vestuário há 20 anos e a desafiar a uma maior cooperação entre empresários. “É preciso estar presente fisicamente nos mercados. Tem um custo mas pode ser partilhado. É importante partilhar o conhecimento comercial”, concluiu o presidente da ANIVEC.

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